terça-feira, 27 de junho de 2017

ONG analisa 240 pontos de rios da Mata Atlântica e apenas 2,5% têm água com boa qualidade
Relatório da SOS Mata Atlântica traz os resultados de 1.607 análises da qualidade da água em 240 pontos localizados em 11 estados brasileiros.
Um relatório elaborado pela Fundação SOS Mata Atlântica divulgado nesta quarta-feira (22) mostra que a qualidade da água é considerada boa em apenas seis (2,5%) de 240 pontos analisados nas bacias brasileiras situadas nesse bioma. A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o 22 de março como o Dia Mundial da Água.
O documento traz o resultado de 1.607 análises da qualidade da água. São 73 municípios de 11 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal.
Nenhum ponto monitorado apresentou a água com parâmetros necessários para ser considerada ótima. Em 168 deles, 70% das regiões analisadas, a qualidade é regular. Em 63, ou 26,3%, é ruim. Três pontos - 1,2% - têm o índice classificado como péssimo.

Critérios

As coletas foram feitas mensalmente no período de março de 2016 até fevereiro deste ano. São 16 critérios levados em consideração: temperatura da água, temperatura do ambiente, turbidez, espumas, lixo flutuante, odor, material sedimentável, peixes, larvas e vermes vermelhos, larvas e vermes brancos, coliformes totais, oxigênio dissolvido (OD), demanda bioquímica de oxigênio (DBO), potencial hidrogeniônico (pH), fosfato (PO4) e nitrato (NO3).
Após a análise das amostras mensais em cada um dos pontos, foi feita a média dos resultados para estabelecer o índice de qualidade.
“A principal causa da poluição dos rios monitorados é o despejo de esgoto doméstico junto a outras fontes difusas de contaminação, que incluem a gestão inadequada dos resíduos sólidos, o uso de defensivos e insumos agrícolas, o desmatamento e o uso desordenado do solo”, disse Malu Ribeiro, coordenadora de Recursos Hídricos da Fundação SOS Mata Atlântica.
De acordo com a fundação, em comparação com o ano anterior, 15 pontos apresentaram perda de qualidade da água. Treze deles estão localizados em capitais e em bacias urbanas. Desses, oito estão em São Paulo, na bacia hidrográfica do Rio Tietê; um na cidade do Rio de Janeiro, no Rio Pavuna; três no Recife, no Rio Capibaribe; e três em João Pessoa, nos Rios Jaguaribe e Tambiá.

Outros 18 trechos analisados apresentaram melhoria em relação ao ano passado - todos estão localizados em regiões que contam com mata nativa e áreas protegidas, e também contam com ações de saneamento básico.
Desses locais com melhorias, 15 estão na bacia hidrográfica do Rio Tietê, sendo sete deles localizados em São Paulo; um na cidade do Rio de Janeiro, junto ao sistema de pré-tratamento no Rio Carioca; um em Olinda, no Rio Beberibe; e um em Maceió, no Riacho Doce.

Em 134 pontos analisados não houve alteração significativa da qualidade da água em comparação com o ano passado. Trinta e quatro deles, no entanto, mantiveram os índices de qualidade como ruim ou péssimo.

Postado por Giovana M. de Araújo

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Em 30 anos, SP recuperou 23 mil hectares da Mata Atlântica

A parte recuperada ainda está abaixo do devastado (183,1 mil ha), mas desde 2013, o desmatamento no estado é considerado zero

No período de 30 anos (1985 a 2015), 23.021 hectares (ha) de Mata Atlântica foram recuperados nos 645 municípios paulistas, área superior à extensão das cidades de Santo André e São Caetano do Sul.
A parte recuperada ainda está abaixo do total devastado no período (183,1 mil ha), mas desde 2013, o desmatamento no estado é considerado zero (inferior a 100 ha). Entre 2014 e 2015, foram registrados apenas 45 ha de desflorestamento.
Os dados fazem parte do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, estudo elaborado em conjunto pela Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Entre as cidades que mais combateram o desmatamento destacam-se Valparaíso, com a maior área de recuperação (754 ha), seguida pela cidade de Castilho (735 ha), Quatá (676 ha), Catanduva (671 ha), Teodoro Sampaio (601 ha), Itapirapuâ (534 ha), Presidente Bernardes (490 ha), Novo Horizonte (451 ha), Lutécia (436 ha) e Iperó (413 ha).
A regeneração refere-se tanto ao ressurgimento de floresta por meios naturais quanto ao plantio de mudas de árvores nativas em locais anteriormente ocupados por pastagens.
Ainda segundo o levantamento, a Mata Atlântica estava presente em 69% da área territorial de São Paulo, o equivalente a 17,07 milhões de ha, e, atualmente, ocupa uma faixa de apenas 13,7% ou 2,3 milhões de ha.
O estudo aponta que existem seis cidades paulistas na lista dos cem municípios do país que mais desmataram, totalizando a destruição de 33,7 mil ha em 30 anos. Porém, há quatro anos, o comportamento de recuperação melhorou.
Por meio de nota, a diretora-executiva da SOS Mata Atlântica, Marcia Hirota, afirmou que “além de permanecer no nível zero de desmatamento, o desafio do estado é ampliar o processo de regeneração florestal. Por conta disso, é extremamente importante uma ação conjunta envolvendo Poder Público, iniciativa privada e sociedade”.
Ela destacou que as ações de desmatamento reduziram em 83% no país e que sete dos 17 estados com a presença de Mata Atlântica já ocupam o nível de desmatamento zero.
“Embora o levantamento atual não assinale as causas da regeneração, ou seja, se ocorreu de forma natural ou se decorre de iniciativas de restauração florestal, é um bom indicativo de que estamos no caminho certo”, destacou.
Postado por: Giovana M. de Araújo

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A araucária e a erosão genética que destrói a Mata Atlântica



Pôr-do Sol - Telêmaco Borba
Muito se discute sobre a conservação da Araucaria angustifolia – o conhecido pinheiro-brasileiro ou pinheiro-do-Paraná. Há quem ache exagero considerar a espécie ameaçada de extinção, valendo-se do argumento de que “existem muitas árvores por aí”. Mas será que os que declaram isso já ouviram falar em erosão genética?
“Erosão” é um termo latino que define a ação ou efeito de erodir, corroer, destruir, consumir e gastar de forma lenta e contínua. Bastante empregado na geologia, ele indica o processo de desgaste que transforma e modela a crosta terrestre, desencadeado pela ação das águas, dos ventos e das geleiras, por exemplo. Em sentido figurado, o termo também tem sido empregado para designar desgaste, deterioração ou destruição. Mesmo no contexto geológico, a erosão, quando induzida por atividades humanas, é considerada um dos principais problemas da destruição ambiental, já que o solo é base para a vida no planeta.

Erosão genética

"O biólogo Edward Wilson afirma que quando reconhecemos oficialmente uma espécie como ameaçada de extinção, na maioria dos casos, ela já está à beira do desaparecimento"
Plantas e animais são afetados em virtude dos impactos da destruição de habitats, promovido pela conversão de paisagens naturais em prol da expansão da agricultura, da pecuária, obtenção de madeira, construção de rodovias, cidades, dentre outras atividades humanas. Esse processo que reduz a variabilidade das espécies ganha o nome de erosão genética.

A exploração madeireira, ao provocar a diminuição do número de indivíduos de uma população, favorece a perda de variação genética. Dessa forma, os remanescentes ficam com tamanho inferior ao mínimo adequado para que as espécies mantenham sua continuidade e evolução.

No longo prazo, os efeitos são ampliados com o aumento da endogamia, o fenômeno associado à maior probabilidade de autofecundação e acasalamento entre indivíduos aparentados. Configura-se, assim, a perda significativa da diversidade, ainda que, tecnicamente, não se tenha a extinção da referida espécie. O biólogo Edward Wilson afirma que quando reconhecemos oficialmente uma espécie como ameaçada de extinção, na maioria dos casos, ela já está à beira do desaparecimento.

Nas espécies da Mata Atlântica, são restritos os estudos sobre quantificação da perda da diversidade genética pela fragmentação e sobre a divergência genética interpopulacional. No que se refere ao cenário dos Campos Naturais, um dos ecossistemas que integram o bioma, esse conhecimento simplesmente inexiste. O que se sabe, no entanto, é que em menos de cem anos, a araucária teve parte importante de sua diversidade genética original perdida, principalmente, em virtude da exploração madeireira predatória e da drástica redução da cobertura original do ecossistema. A espécie já perdeu 97% do seu ambiente original no Brasil. Árvores com genes responsáveis por características particulares, como produção superior de pinhões e madeira, foram priorizadas para o corte, já que forneciam madeira de melhor qualidade e em maior quantidade. Dados já publicados apontam uma perda genética superior a 50% na variabilidade da árvore.

Mudanças climáticas agravam a situação

A continuidade das ações humanas predatórias e das mudanças climáticas agrava ainda mais essa condição. Enquanto as alterações do clima dificultam a sobrevivência das coníferas pelo mundo, pragas e doenças se tornam uma crescente ameaça, especialmente em áreas sujeitas a eventos extremos ou com ampliação das temperaturas médias. Na Floresta com Araucária, são raros os fragmentos com área superior a 100 hectares. A maioria situa-se entre cinco e dez, e quase sempre isolados, o que compromete ainda mais a situação da espécie.

A redução na população da espécie ameaça de extinção não só a própria, mas muitas outras a ela associadas, como a canela-preta (Ocotea catharinensis), a imbuia (Ocotea porosa), a canela-sassafrás (Ocotea odorifera), o xaxim (Dicksonia sellowiana) e até animais, como o macuco (Tinamus solitarius), os inhambus (Crypturellus spp.), a jacutinga (Aburria jacutinga), entre outros.

A conservação genética dessas espécies raras e ameaçadas precisa ser assegurada. Trata-se de exemplares que devem ser resgatados e cuidados como um patrimônio, sem sofrer com novas perdas. Apesar de apresentar efeitos extremamente drásticos, em alguns casos, a erosão genética pode ser atenuada ou revertida, portanto, a constatação dessa condição precisa induzir políticas públicas e ações enérgicas imediatas.

De uma vez por todas, precisamos assumir um compromisso que impeça o favorecimento de um cenário ainda mais caótico e completamente irreversível para a conservação da biodiversidade.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Projeto Biomas finaliza os plantios de 2016 no Pantanal

Corumbá / Mato Grosso do Sul (31/03/2016) - Árvores como o jatobá, cumbaru, manduvi e jenipapo foram algumas das escolhidas para fazer parte das 2,5 mil mudas plantadas pelo Projeto Biomas no Pantanal em 2016. Com o replantio de 8 espécies nativas em quatro experimentos (iniciado na última semana de janeiro e finalizado na penúltima semana de março), as equipes do Projeto dão continuidade às atividades que obtêm dados para a pesquisa. "O trabalho, agora, vai acompanhar os experimentos, as atividades de adubação, o crescimento e a sobrevivência dessas mudas. Os plantios previstos no Pantanal estão praticamente finalizados", afirma a coordenadora regional Catia Urbanetz, pesquisadora da Embrapa Pantanal.
Por meio dos sete experimentos implantados pelo Projeto, vários fatores são investigados: taxas de crescimento e sobrevivência das plantas, condições de adubação, podas de condução ideais das mudas, plantio de mudas versus plantio de sementes, recomendação de espécies adequadas para o plantio, além dos índices econômicos para avaliar a viabilidade econômica de cada modelo proposto. De acordo com Catia, o replantio é feito para substituir mudas que morreram ou que não se adaptaram às condições locais.
Confira mais informações sobre os experimentos que passaram pelo replantio: 

• Escape da herbivoria bovina: mudas de manduvi, cumbaru, jatobá e piúva serão plantadas por três anos, até 2017. Ao final do quarto ano, a área do plantio irá receber rebanhos bovinos. Os pesquisadores vão investigar o período de tempo pelo qual as plantas precisam ser isoladas do gado para que este não se alimente delas.
• Espécies nativas associadas: 16 espécies foram plantadas juntas para atender a diferentes demandas das propriedades pantaneiras. O experimento possui árvores frutíferas, madeireiras, produtoras de lenha e espécies que deverão auxiliar na recuperação do ambiente. O desenvolvimento das plantas será monitorado para gerar recomendações de plantio.
• Bactérias promotoras de crescimento: mudas de cumbaru foram substituídas pelas de louro preto no experimento que investiga a ação de bactérias que promovem o crescimento. Estudando mudas inoculadas e não inoculadas, os pesquisadores irão avaliar a interferência das bactérias na mortalidade e desenvolvimento das plantas.
• Desenvolvimento da piúva e do angico: o experimento avalia as condições favoráveis ao desenvolvimento das espécies. As mudas foram plantadas em diferentes condições de adubação, assim como graus de umidade variados. A equipe também analisa o potencial ambiental e silvicultural dessas espécies em solos como os do Pantanal – que, em geral, são arenosos, com baixa fertilidade.
Segundo Catia, o Projeto Biomas no Pantanal será executado até 2019. Os próximos plantios serão realizados assim que começarem as chuvas, o que deve acontecer a partir de novembro de 2016. "Ainda temos muitos dados para coletar, analisar e transformar em informação", afirma. "Como plantios como esses nunca haviam sido feitos aqui, vamos continuar aprendendo".
(61) 2109-1382
www.canaldoprodutor.com.br
www.projetobiomas.com.br
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Nicoli Dichoff
Jornalista - MTb 3252/SC
Embrapa Pantanal/ Corumbá - MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
pantanal.imprensa@embrapa.br
Telefones: +55 (67) 3234-5957
www.embrapa.br/pantanal


 
A pesquisadora da Embrapa Pantanal afirma que os replantios são uma parte natural dos estudos realizados pelo Projeto, que avaliam plantios inéditos na região. "Medindo a sobrevivência das espécies, a gente pode recomendar com mais segurança aquelas que realmente podem ser plantadas dependendo das condições do local", diz. "A gente atingiu cerca de 85% das ações de plantio previstas pelos projetos atualmente financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Três deles já estão com os plantios 100% finalizados. Agora é preciso concluir as etapas previstas de acompanhamento dos experimentos". 
O PROJETO BIOMAS
O Projeto Biomas, iniciado em 2010, é fruto de uma parceria entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com a participação de mais de quatrocentos pesquisadores e professores de diferentes instituições, em um prazo de nove anos. Os estudos estão sendo desenvolvidos nos seis biomas brasileiros para viabilizar soluções com árvores para a proteção, recuperação e o uso sustentável de propriedades rurais nos diferentes biomas.
O Projeto Biomas tem o apoio do SENAR, SEBRAE, Monsanto e John Deere. No Pantanal, o Projeto Biomas é coordenado pela Embrapa Pantanal, com o apoio da Embrapa Florestas, e conta com a colaboração das Universidades Federais do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e da Grande Dourados (UFMT, UFMS e UFGD), Universidades Estaduais do MS e MT (UEMS e UNEMAT) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO).
Coordenação de Comunicação Digital da CNA, com Embrapa Pantanal
(61) 2109-1382
www.canaldoprodutor.com.br
www.projetobiomas.com.br

Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Nicoli Dichoff
Jornalista - MTb 3252/SC
Embrapa Pantanal/ Corumbá - MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa
pantanal.imprensa@embrapa.br
Telefones: +55 (67) 3234-5957
www.embrapa.br/pantanal

ProjetoBioma
Postado por: Ygor I. Mendes

sábado, 7 de maio de 2016






sábado, 30 de maio de 2015

Organizadores da Semana da Mata Atlântica propõem criar nova reserva da biosfera


André Pessoa
Serra Vermelha, no Piauí
Proposta também prevê criação de parque na Bahia. Objetivo é resguardar os atributos de biodiversidade, cênicos e arqueológicos da região.
Por: Luciene de Assis - Editora: Melissa Silva
A secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ana Cristina de Barros, participou, nesta sexta-feira, 29/5, dos debates finais da Semana da Mata Atlântica, realizada no campus da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Porto Seguro, Bahia. Foram apresentados nove planos municipais para a Mata Atlântica, em elaboração no Sul e extremo Sul da Bahia, com proposta de criação da Reserva da Biosfera Marinha Abrolhos-Trindade, além da divulgação de estudos da UFSB para a conservação da Mata Atlântica.
O evento foi realizado pela Rede de ONGs da Mata Atlântica, Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e pelo MMA com o tema “Biodiversidade e mudança do clima na Mata Atlântica”. As entidades organizadoras defenderam a criação do Parque Nacional Serra Vermelha, no Piauí, com o objetivo de resguardar os atributos de biodiversidade, cênicos e arqueológicos da região.
RECUPERAÇÃO
O analista da Gerência de Conservação de Ecossistemas do MMA, Mateus Motter Dala Senta, apresentou, para discussão, a proposta de Plano Nacional para Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg). O objetivo foi o de apresentar contribuições no âmbito da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (Lei nº 12.651/2012) para Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima na Mata Atlântica.
Durante a Semana da Mata Atlântica, iniciada dia 27/5, foram discutidas as lições já aprendidas e as perspectivas de ações de conservação e recuperação do bioma, que contribuam para a mitigação (redução das consequências) e adaptação à mudança do clima. Entre os parceiros que viabilizaram a realização do evento estão Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável (GIZ, na sigla alemã), o Banco de Cooperação da Alemanha KfW, e as Secretarias Estadual e Municipal de Meio Ambiente da Bahia.
SUSTENTABILIDADE
Os eventos da Semana, que termina neste sábado, 30/5, reuniram informações inéditas sobre a conservação da Mata Atlântica, com o lançamento de publicações e campanhas, como a de mobilização para a criação do Parque Nacional Serra Vermelha, no Piauí. Foi lançada, ainda, a nova cartilha sobre a Lei da Mata Atlântica, organizada pelo Ministério Público da Bahia.
As atividades da Semana da Mata Atlântica foram realizadas, estrategicamente, em Porto Seguro, sul da Bahia, porque a região abriga um dos três mosaicos de Unidades de Conservação onde aconteceram atividades do Projeto Biodiversidade e Mudanças Climáticas, coordenadas pelo MMA e GIZ/KfW. Os organizadores visaram reforçar o conceito da região como área prioritária para a conservação do bioma Mata Atlântica e para o desenvolvimento de práticas sustentáveis.
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) – 2028.1165

domingo, 19 de abril de 2015

A Mata Atlântica é considerada como a quinta área mais ameaçada
e rica em espécies endêmicas do mundo 




CONFIRA! CLIQUE NO SEGUINTE LINK:

http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/mata_atlantica.htm